O Brasil merece: Marconi Perillo e Joaquim Barbosa juntos!



Marconi Perillo e Joaquim Barbosa
Por: Walter Brito
A nau sem rumo que é a oitava economia do mundo chamada Brasil, além da crise econômica e seu desgoverno, atravessa também outra grande dificuldade, que atende pelo nome de:” Falta de Identidade”. O Brasil carece de novos quadros na política! Nesse sentido, lideranças como José Sarney e Fernando Henrique Cardoso envelheceram e saíram de cena. O primeiro, ao que tudo indica, definitivamente. Convicto de que o corpo não acompanha mais a cabeça e na certeza do dever cumprido, trocou a política pela literatura, na paradisíaca ilha do Calhau – Maranhão, fonte inspiradora de suas memórias. Outra atividade do velho guerreiro da política, trata-se das raras aparições do novo Sarney, nos chás da tarde na Academia Brasileira de Letras, onde exercita oficialmente o seu Poder intelectual. FHC, aos 83 anos, ao invés de seguir o mesmo e, dependurar as chuteiras de vez e na hora certa, como fez o seu ministro Pelé; atende ao clamor da oposição que não tem liderança e usa o seu ex-líder para atacar Lula da Silva.
Enquanto isso, de cada 10 automóveis que circulam hoje no país, pelo menos um, carrega o cartaz convocando os brasileiros, para o protesto marcado pelos internautas contra a presidenta Dilma e contra a corrupção, cuja data será o dia 12 de abril próximo.
Por outro lado, vale lembrar que os goianos que se destacam: na economia, na política ou na vida acadêmica, são sempre chamados pelos poderosos do eixo Rio-São Paulo-Minas, pelo termo “Capicongos”. Nos bastidores da política, da sociedade e da grande imprensa, é o que dizem e o que sempre disseram sobre Júnior Friboi, um dos maiores empresários do país; Marconi Perillo, político que nunca perdeu uma eleição e Bernardo Élis; autor de uma das mais importantes obras literárias produzidas por um latino-americano, cujo título é : “O Tronco”. Entretanto, já idoso, Élis deixou a vida como um desconhecido, se comparado ao escritores Jorge Amado e Paulo Coelho, que por meio de seus livros, ultrapassaram as fronteiras Tupiniquins. O termo perjotivo: “ Capicongo”, também tentaram impor ao brilhante jurista, Joaquim Benedito Barbosa. Inclusive, forças ocultas determinaram sua aposentadoria precoce.
Fomos buscar lá no fundo do baú, o ditado popular: “Foi nas grandes crises que o mundo avançou! Um dos exemplo é a Primeira Guerra Mundial. O outro, a segunda. Após a Segunda Grande Guerra, a Alemanha e o Japão se posicionaram como grandes potências.
O discurso do governador de Goiás, Marconi Perillo, na defesa de Dilma Rousseff , fundamentado no Republicanismo, mexeu com o mundo político e expos a crise de personalidade constante, pela qual passa o PSDB, desde que Fernando Henrique Cardoso desembarcou do poder. Todo mundo está cansado de saber, que apesar de ter obtido 51.041.155 votos na última eleição para presidente; Aécio e seu partido ainda não conseguiram incorporar o desejo de renovação e de mudança estrutural, existente no seio da sociedade brasileira. Quando perceberam no discurso de Perillo, um apelo forte de renovação da sociedade brasileira; tucanos de alta plumagem se preocuparam! Logo, escalaram FHC para atacar Lula da Silva e diminuir o impacto do recado de Perillo, inclusive com notas maldosas na grande imprensa, dizendo que o discurso do goiano é acanhado e subserviente ao poder central, ou seja, coisa de “Capicongo”.
Na verdade, Perillo que governa Goiás pelo quarto mandato e foi vice-presidente do Senado Federal, trabalha diuturnamente para fazer a melhor gestão que os goianos já tiveram, ao tempo em que une as forças políticas do Estado e já começa a espalhar a sua competência administrativa pelos quatro cantos do país e, até no exterior se tem notícia de seu belo trabalho a favor do povo goiano e referência importante para o Brasil. Convidado por Kassab para se filiar ao novo PL, o goiano não disse sim e muito menos, não!
Voltando ao Joaquim Barbosa e ao seu possível projeto político, divulgado aos quatro ventos pela mídia, vale lembrar que; ao se aposentar, ele disse que não tinha pretensões de entrar nessaseara, pois não tinha também, o jogo de cintura necessário para tal. Sua franqueza incomoda e fere, como ocorreu no período em que foi o todo poderoso relator do Mensalão, bem como ajudou a passar o Brasil a limpo. Por outro lado, Marconi Perillo é um animal político e poderá apresentar ao país um projeto de mudanças, que certamente será diferente dos que foram apresentados por José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves, todos do PSDB . Diferente também da líder seringueira Marina da Silva do PSB/Rede-Sustentabilidade.
Tendo Joaquim Barbosa ao seu lado, e como possível candidato a vice-presidente da República; Marconi Perillo poderá superar em pouco tempo a liderança nacional de Aécio Neves e ajudar a controlar as massas desgovernadas, permitindo que Dilma Rousseff conclua o mandato para o qual foi eleita.Claro, tudo nos fundamentos da democracia e republicanismo. Caso consiga superar os obstáculos impostos pela crise da Petrobras e outros que poderão surgir, até mais fortes que a atual crise, o partido dos trabalhadores também passará pela renovação de suas lideranças, quando o presidente Lula, desgastado pelos ataques oposicionistas e com a saúde abalada, se tiver juízo, deverá procurar o mesmo caminho do Rei Pelé, despedindo-se da torcida e dos gramados. Esperamos que isso aconteça, antes que sua biografia seja escrita bem diferente da que ainda pode ser lida hoje. O grande público de nosso país e até no exterior, assistiram ao filme: “O Filho do Brasil”, de Fábio Barreto, em que o menino pobre e sem escolaridade de Garanhuns, ajudou a construir um país melhor, sem ódio, sem sangue derramado e por meio do entendimento e do republicanismo. É chegada a hora do Lula ser substituído por novas lideranças que despontam no seio do PT, como Eduardo Cardoso e Aloízio Mercadante, entre outros. Pelo lado da oposição, o Brasil pede passagem para a habilidade política de Marconi Perillo, se juntar a austeridade de Joaquim Barbosa, que já escreveu sua história na Suprema Corte Brasileira, mas pode ainda contribuir com a ascensão do Brasil, ao time dos países desenvolvidos do mundo, bem ao lado dos Estados Unidos da América, do Japão e da Alemanha.

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